© 2016 por Sakai Serviços de Psicologia e Palestras

Joana d'Arc Sakai Psicóloga e Palestrante CRP 06/18972-2 - tel: 11 5667 3183 - email: sakaijoana@gmail.com - Rua da Paz, 1.601 - cj 404 - Ch. Sto. Antônio / Rua João Pedro, 302 - Interlagos

  • Facebook Social Icon
  • Google+ Social Icon
  • YouTube Social  Icon

Medo do desconhecido

November 15, 2015

  O homem jamais pode aperfeiçoar-se, porque sua perfeição é sempre o conhecido (Krishnamurti)

Habituamo-nos, vida a fora, a realizar rituais. Uns são potencializadores, outros empobrecem o cotidiano, a vida. Há quanto tempo você acorda e faz as mesmas coisas? A mesma forma de tomar o café, a mesma maneira de se tratar e de tratar as pessoas ao seu redor, o mesmo percurso para o trabalho. Enfim, a mesma forma condicionada de ser e de estar na vida. Se você não se sente desconfortável por essa mesmice, você encontrou seu caminho. Porém, se acha que em sua vida está faltando algo, pare e reflita, pois muitas vezes uma pequena mudança na rotina diária pode promover outras mudanças e com o passar do tempo, pode até gerar grandes mudanças.

  Se pararmos para avaliar nosso dia-a-dia, poderemos perceber uma série de condicionamentos, que com algum trabalho, poderemos lentamente ir nos libertando. Como a libertação é um process, não é algo que conseguiremos sem certo trabalho de coragem, determinação, paciência e tolerância com os outros e, principalmente consigo mesmo.   A tolerância com nossos erros e a facilidade por cada pequeno passo dado à frente é algo de fundamental em qualquer processo de mudança.

  Nossa mente é um centro de emoções (afetos, prazeres, ódios, inveja, mágoas, sofrimentos, enfim). Por todo o tempo, buscamos nos afirmar, estamos sempre em conflito, em luta e dor, entre o que somo e o que deveríamos ser.  Precisamos parar e perceber esse movimento que fazemos, o qual nos aprisiona, nos encarcera. Contudo, nós “programamos” que nossa vida seja assim, pois repetimos altos, expressões. Sempre que temos a definição pré-concebida, estamos nos aprisionando e impedindo o livre caminho de nossas vidas, pois nos impedimos de ousar, de buscar o novo.

  A isso, chamamos de medo, um inimigo do processo de liberação, pois quando sentimos medo, nossa mente constrói inúmeras teorias baseadas naquilo que conhecemos, ou seja, no que está registrado por nossa memória.

  Dessa forma, através dessas teorias construídas pelo medo, nossa mente se realimenta e nos aprisiona mais e mais, naquilo que conhecemos e estamos condicionados. O que nos impede de buscar o novo? O que posso encontrar nessa busca que me faz aprisionada na mesmice? Quando não sentimos medo, ou seja, quando construímos uma firme e inabalável fé na vida, damos o 2º passo em direção à nossa libertação, libertando-nos de condicionamentos passados, de teorias pré-concebidas sobre o mundo, sobre as pessoas e sobre nós mesmos. Assim, poderemos ter coragem de nos lançar ao desconhecido. Mas, o que poderia encontrar no desconhecido? O que poderia encontrar em meu interior que me desencoraja a conhecê-lo? O que revelaria o auto-conhecimento?

  Sair da mesmice, “topar” novas formas poderá lhe trazer dor e prazeres (um novo amor, um trabalho mais gratificante, novas formas de se relacionar com a vida, uma nova e mais gratificante fé). Enfim, uma nova forma de viver sem as vozes do passado, sem compromissos sem sentido, buscando dentro de si, um novo modo de expressão. Os Schurmann passaram por isso. Prometeram um ao outro visitar o Caribe, velejando em um barco próprio.

OUSE

 

 

Tags:

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Video inaugural "Saia da fogueira com Joana d'Arc Sakai"

January 12, 2017

1/3
Please reload

Posts Recentes
Please reload

Arquivo